A jornada até aqui...

Thiago Sabino Leite é brasileiro, nascido no bairro do Ipiranga em São Paulo no ano de 1983. Formado em Psicologia, pós-graduado em psicologia Hospitalar e da Saúde e Master in Bussines Administration (MBA) Gestão em Saúde, iniciou sua carreira de escritor motivado por sua própria história, escrevendo a autobiografia “Uma Viagem Ao Meu Ser” (2015). Consolidando seu lançamento no mercado editorial, publicou a história fantástica "Kenbell e o Lago dos Espelhos" Volume I (2016) e “Kenbell e a Fenda da Montanha" Volume II (2017). Em 2018 o autor lança na Bienal Internacional do Livro de São Paulo seu romance “A Luz Violeta”, onde traz ao público a apimentada e conturbada história de amor entre Monique e André. Ainda em 2018, o autor apresenta ao público “Kenbell e a Batalha dos Mundos”, Volume III, dando termino a sua Saga sobre o jovem aventureiro Kenbell. Para terminar o ano de 2018, o autor lança a sua monografia em formato livro, com o título “Transtorno Afetivo Bipolar e as transposições da teoria psicanalítica”.
Como projetos paralelos, sempre explorando suas mais íntimas emoções, escreve poemas, alguns dos quais premiados, como “Reticências” (2016) lançado no Brasil e em Portugal pela Chiado Books, seu ensaio “Porque sempre visitamos as esquinas de nossas dores? ”( 2016), lançado no Brasil pela editora Perse, “O Que Morre Dentro de Nós Antes da Nossa Partida?”(2017). Em 2018, o autor escreve seu primeiro Soneto “O Que Eu Fiz?”, lançado no Brasil e Itália pela editora A.C.I.M.A, seu Salmo Moderno “Ele Habita Aí, Dentro de ti” (2018), lançado na Suiça, Brasil e em Israel pela editora Bortolini, “Amor de Quatro Patas" (2018)”, “Ainda Há Marcas em Meu Peito, Mas... Eu fui Eleito” (2018) e, “Sonho Ressacado” (2018), lançados no Brasil pela editora Perse, o ensaio “ O Que Morre Dentro de Nós Antes da Nossa Partida?”(2018), lançado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo e na FLIP em 2018 pela editora Autografia e, finaliza o ano com o seu conto “A Passarela Amarela”, lançado no Brasil pela editora Planeta Azul. Em 2019, o autor lança seu poema, “Entre o Sono e os Sonhos” e “De Mãos Dadas”, lançado no Brasil e Portugal pela Chiado Books, “Seguir, Existir e Viver”, lançado no Brasil e Argentina pela editora Grupo Literarte, os poemas “Ah, o mar”, “Reunan-se, Converse e Relembre”, “Ah, Natal” lançados pela editora Perse. Em 2020, o autor lança o seu texto “Palavras ao Vento”, pela editora Perse e seu estudo científico "Coronavírus SARS-CoV-2: Uma visão objetiva acerca do vírus", pela Handbook Editora, seu texto "A humanidade pós pandemia, reflexões de um mero mortal" pela editora Perse e, nos últimos dias de 2020 o autor publica sua pesquisa científica para obtenção do título de pós-graduação em Psicologia Hospitalar e da Saúde "Cuidados Paliativos: A importância da psicologia hospitalar na tríade dos cuidados terminais" pela Handbook editora.
Já em 2021, o autor reune sua trilogia sobre o aventureiro Kenbell e publica o volume único intitulado "Kenbell e o lago dos espelhos", sua versão em espanhol "Kenbell y el lago de los espejos", e em Inglês "Kenbell and the lake of mirrors", A coletânea "Relatos & Retalhos", como organizador e selecionador dos textos e, seu estudo e TCC do curso de MBA com o título "Sindrome de Burnout: O ambiente laboral, a exaustão psíquica e a saúde ocupacional, todos lançandos pela Handbook Editora, ao qual, é fundador e editor chefe, continua...

Confira abaixo algumas obras do autor...

Kenbell and the lake of mirrors

 

In the world of Cannins, a magical fish-shaped crystal is found in the mystical lake of mirrors. This powerful pendant establishes the enmity between Kenbell, a poor and black boy, who lives in a village, and Kepler, son of the royal family and a young man by nature quite greedy. Thus, Kenbell is forced to abandon his people and his beloved Maria and ventures through unknown waters and lands guided by the mysterious pendant, which will make him discover an incredible world, inhabited by exotic creatures and angelic beings. What he does not even know is that his necklace is more than magical: it is practically a mission he was given.

Will the young hero be able to fulfill his mission? Where will your help come from? Will he ever be able to return home, to the bosom of his family and into the arms of his dear girlfriend? Embark on the Kenbell saga to find out!

The Kenbell saga is full of adventures, power struggles and an epic battle, but, above all, it brings a great lesson about who really commands the Universe and the only way to live in peace.

Bienal do Rio 2017
Autografando para o mestre filósofo Mário Sergio Cortella.

Síndrome de Burnout: O ambiente laboral, a exaustão psíquica e a saúde ocupacional

 

Neste presente trabalho, o autor, através de revisão bibliográfica narrativa, em pesquisas na medicina e na psicologia relacionadas as doenças laborais, traz ao público uma reflexão sobre a Síndrome de Burnout e a relação com o trabalho, o indivíduo e seu ser profissional. Considerando o crescente interesse sobre o tema Burnout e a resposta prolongada sobre o stress crônico ao qual se enquadra, esta pesquisa enfatiza os pontos mais relevantes, relacionados com a natureza do problema estudando, trazendo de forma clara o que é a síndrome e como podemos nos relacionar com ela. Inicialmente, o autor traçará um panorama histórico sobre a origem do setor laboral e suas relações com a Síndrome de Burnout e, também, o que pode ser feito através da saúde ocupacional, como forma de unir o empregador e empregado, se preocupando com a saúde mental de todos os envolvidos.

Relatos & Retalhos

 

Em nosso cenário atual,

Estamos todos cansados,

Está todo mundo sobrecarregado,

Está todo mundo estressado,

Segurando por um fio para não desistir.

 

É, realmente não está fácil,

Muitas mortes no mundo,

Muitos amores sendo quebrados,

E o que sobra? O luto.

Famílias distantes,

Pessoas sem empatia com o próximo,

Amores, agora só na estante,

E os sentimentos, elevados ao máximo.

 

De coração...

Espero que as pessoas aprendam que a vida é curta,

Que sem Deus, nós não somos nada,

Que tudo acontece rápido demais,

Que a verdadeira riqueza é ter saúde,

Que as pessoas tenham mais empatia,

Porque o amanhã, não é a garantia de nada!

Kenbell y el lago de los espejos

 

En el mundo de Cannins, un cristal mágico con forma de pez se encuentra en el lago místico de espejos. Este poderoso colgante crea enemistad entre Kenbell, un niño negro pobre que vive en un pueblo, y Kepler, hijo de la familia real y un hombre joven por naturaleza bastante codicioso. Por lo tanto, Kenbell se ve obligado a abandonar a su pueblo y a su amada María y aventurarse en aguas y tierras incógnitas guiadas por el misterioso colgante que te hará descubrir un mundo increíble, habitada por criaturas exóticas y seres angelicales. Lo que ni siquiera imagina es que tu collar es más que mágico: es prácticamente una misión que se te ha encomendado. ¿Podrá el joven héroe cumplir su misión? En de donde vendrá tu ayuda? Algún día podrá regresar a casa con su familia y en los brazos de tu querida novia? Embárcate en la saga Kenbell ¡para descubrir!
La saga Kenbell está llena de aventuras, luchas de poder y una batalla.
épica, pero sobre todo, trae una gran lección sobre quién realmente manda la universo y la única forma de vivir en paz.

Cuidados paliativos: A importância da psicologia hospitalar na tríade dos cuidados terminais.

 

Os Cuidados Paliativos (CP) têm seu surgimento através de uma filosofia humanitária, tema referente aos cuidados de pacientes em estágios terminais, aliviando o sofrimento e a dor aos portadores de doenças que são incuráveis no campo da medicina, contribuindo assim, para que o paciente tenha dignidade na hora de sua partida.

O Cuidado Paliativo é uma abordagem que promove a qualidade de vida em estágio final na vida do indivíduo, seus familiares e na equipe multiprofissional, prevenindo e aliviando o sofrimento de todos. Um tema pouco explorado e que gera confusão na atualidade, sendo relacionada com a eutanásia (ato intencional de proporcionar uma morte indolor para aliviar o sofrimento causado por uma doença incurável ou dolorosa), sendo, duas coisas distintas ao modo de ver neste presente trabalho.

Adentrando na literatura sobre o tema, nota-se a considerável produção que trata da temática, mas, para isto, é preciso ter em mente as recentes transformações que ocorreram no campo dos cuidados paliativos e a atuação do psicólogo hospitalar frente ao tema em questão.

Levando em consideração o momento histórico em que foi descoberto, as perspectivas contemporâneas e as altas taxas de incidência, a questão que norteia este trabalho é: quais os desafios encontrados ao tentar compreender a Psicologia Hospitalar e a tríade dos Cuidados Paliativos?

De maneira geral, este trabalho tem por finalidade discutir a respeito do cuidado paliativo sob o olhar da psicologia hospitalar, adentrando em pormenores de suas raízes históricas, o que é Cuidados Paliativos e os cuidados psicológicos necessários sobre a tríade nos cuidados terminais.

Esta pesquisa, de cunho bibliográfica narrativa, utiliza como metodologia a revisão de literaturas sobre Cuidados Paliativos e psicologia que auxiliarão no desenvolvimento e o entendimento sobre o assunto. Serão levantados estudos clássicos e em estudos mais recentes no período de 10 anos, sendo todos relacionados com o tema deste trabalho.   

 

A humanidade pós pandemia, reflexões de um mero mortal.

 

O que será de nós após a passagem do vírus?

Será difícil relatar, mas, irei tentar!

Hoje, ainda dentro da primeira onda do vírus da SARS-CoV-2, mais conhecido como coronavírus, percebo que a população no mundo está mais “desleixada”, referente a pandemia que estamos enfrentando, se deixando a pensar, que já está passando, mero engano!

Como houve a pandemia da gripe espanhola, sendo a que mais matou no mundo, estamos seguindo para o mesmo caminho..., pois, o principal pensamento no momento é o dinheiro, a saúde, só está bonita nos “pergaminhos”.

Mas o que será do dinheiro se não houver mais vida humana na terra para desfrutar?

De nada valerá! É, o dinheiro sempre nos classificando!

Falando agora sobre o meu país, Brasil...

Mais de 100 mil mortos em decorrência do vírus, o segundo maior país no mundo computando mortes e, os nossos governantes...

Pensamentos insanos, contra um povo que vem sendo assassinado em massa!

A população até se amedrontou no início, hoje, vejo, parece que lhe falta o juízo, como se o vírus, não existisse mais..., empatia, se tornou uma palavra abismal.

Tenho a oportunidade de ver de perto o que esse vírus faz, pois, trabalho na linha de frente, mas, adianta alertar?

Locais onde pode ter aglomerações sendo aberto, pra que? Para o povo se contaminar?

E eu vou julgar?

Quem sou eu para falar!

Me chateia muito não poder compartilhar dos momentos onde vivíamos “livre”, pois, hoje em dia, não temos mais liberdade nem para respirar...

O que podemos esperar...

Mais morte pelo caminho virá?

Também não posso afirmar!

Só espero que uma segunda onda não surgirá, mas, de adianto, pelo andar da carruagem, me coloco a pensar, a questionar...

Triste realidade, mas, a esperança, espero que não nos faltará.

Pessoas queridas, já se partiram, o mundo de luto era para estar, mas não, estamos tentando ao normal voltar?

Mais o que é normal?

Faz tempo que o mundo não está normal!

Desrespeito com a vida do próximo, desmatamento de florestas crescendo, mares e rios poluídos, a terra sendo remexida..., a natureza pede socorro, “somos também parte dela, pois, somos seres vivos, como ela”.

Tudo por causa do quê?

Ganância, este sim é o verdadeiro vírus letal!

O que esperar quando a pandemia passar?

Bom, não me passa pela cabeça no momento, pois ainda vejo muito sofrimento.

Vidas perdidas, não se recuperará, feridas feitas no coração dos familiares, serão difíceis de cicatrizar...

Sendo por bem ou por mal, todo o mal com o próximo e contra o planeta, nós iremos pagar.

A humanidade não será a mesma após a passagem da pandemia, novos padrões de vida, teremos que adotar, precauções, teremos que tomar...

A vacina, não sabemos que efeito terá, porque o vírus, mutações sofrerá.

Será que iremos nos acostumar? O vírus irá se erradicar?

Uma reflexão a se pensar, mas, uma frase eu posso deixar...

“Fé em Deus e paciência, que o mundo irá se ajeitar”.

Agora quem sobreviverá...

Coronavírus SARS-CoV-2: Uma visão objetiva acerca do vírus.

 

A pandemia do novo vírus que estamos enfrentado é uma guerra global sem precedentes. Nós, humanos, estamos nos deparamos com um novo inimigo, o coronavírus SARS-CoV-2 ou COVID-19, classificado pela OMS.
Segundo Joshua Lederber (1958), os vírus são os únicos reais competidores da humanidade pelo domínio do planeta, podendo servir como parasita e elementos genéticos em seus hospedeiros. No entanto, o efeito das infecções virais não é sempre sutil; os vírus podem também dizimar uma população.
Este estudo, de cunho investigativo, visa esclarecer de uma forma clara e sucinta o que é o vírus SARS-CoV-2. Tomado por pesquisas em literaturas em torno de 5 anos e também as atuais, este estudo é elaborado para explicar o que é um vírus, é um ser vivo? Como é composto um vírus? Mas só é falado em pandemia, o que será que é esse ser invisível que está atormentando o mundo? Qual a história do vírus? De onde surgiu? Quais suas manifestações nos pacientes? Nesta guerra, não temos aliados? Tem tratamento? E cura? Se tem, como é feito?

Hora de compartilharmos conhecimentos, experiências e lições, independentemente se você e leigo no assunto ou até mesmo pesquisador, pois, o verdadeiro remédio para controlar a pandemia é a troca de informações, até que a surja o tratamento eficaz, a erradicação ou até a possível cura.

Kenbell a Saga.

 

No mundo de Cannins, um cristal mágico em forma de peixe é encontrado no místico lago dos espelhos. Este poderoso pingente instaura a inimizade entre Kenbell, um rapaz pobre e negro, morador de um povoado, e Kepler, filho da família real e um jovem por natureza bastante ganancioso. Assim, Kenbell se vê obrigado a abandonar seu povo e sua amada Maria e se aventura por águas e terras desconhecidas guiado pelo misterioso pingente, que o fará descobrir um mundo incrível, habitado por criaturas exóticas e seres angélicos. O que ele nem imagina é que seu colar é mais do que mágico: é praticamente uma missão que lhe foi dada. Será que o jovem herói será capaz de cumprir com a missão a ele incumbida? De onde virá sua ajuda? Ele conseguirá um dia retornar para casa, para o seio de sua família e para os braços de sua querida namorada? Embarque na saga de Kenbell para descobrir!
A saga de Kenbell vem recheada de aventuras, disputas de poder e uma batalha épica, mas, sobretudo, traz uma grande lição sobre quem realmente comanda o Universo e a única maneira de vivermos em paz.

Kenbell e o lago dos espelhos.

 

Este é o primeiro livro da saga de Kenbell, iniciada no mundo de Cannis, terra reinada por valentes líderes e onde um cristal mágico é encontrado. Tão pequeno para ser feito de pingente e tão grande para transportar mentes para um mundo incrivelmente perfeito, o cristal em forma de peixe será o guia de aventuras de um humilde, mas corajoso, rapaz.

A história de Kenbell é rodeada de intrigas antes mesmo de ele vir ao mundo. A disputa pelo pingente, ainda de poderes desconhecidos, põe fim à inocente amizade entre Kenbell e o príncipe do reino, e a cor não será mais a única diferença entre eles. O pobre rapaz passa a ser perseguido pela realeza, fugindo por um lago de destino incerto que há em seu povoado. Assim, enquanto segredos são perpetuados no reino, Kenbell se deixa levar por águas misteriosas, regido pelo poder do pingente que leva consigo. Desbravando o lago dos espelhos, o rapaz está mais perto de tornar real o mundo de fantasias que até então só via em sua mente desde tenra idade.

Kenbell e o Lago dos Espelhos é o caminho para o leitor que deseja uma história de aventura, traições, fantasias e romances épicos.

Kenbell e a fenda da montanha.

 

Kenbell e a Fenda da Montanha é a continuação da saga Kenbell. Após se aventurar pelo lago dos espelhos, nosso herói, com a ajuda de seu amigo papagaio Hudgins, descobre um portal, que eles acreditam ser para Andrômeda, o mundo perfeito que algumas pessoas deslumbraram no lago.

Quando acorda de um sono profundo, Kenbell está numa dimensão desconhecida e, muito mais do que um mundo de exuberante beleza, ele ganha a oportunidade de conhecer a história de tudo e a honrosa missão de levar o pingente de volta a seu ilustre dono, tudo com o apoio de um verdadeiro anjo da guarda. No entanto, alguns questionamentos pairam na mente do rapaz: Onde estaria Hudgins? Por que seu amigo não foi para aquela dimensão como ele? Por que ele foi escolhido para tal missão? E como seria o "dono do pingente"?
Enquanto a rainha Irvin e o príncipe Kepler se tornam cada vez mais gananciosos e são confrontados pelo povo, acompanharemos em "Kenbell e a Fenda da Montanha" uma aventura pelos mais lindos lugares do mundo, para além do Universo, conhecendo belas criaturas que humano nenhum jamais vira. Até Kenbell viajar para lá e você abrir este livro.

Kenbell e a batalha dos mundos.

 

Na terceira parte da saga de Kenbell, acontece uma batalha entre os
mundos. Nosso herói acorda em Sirius com a dúvida de se o que viveu
com os anjos e o Criador não passou de um sonho. Ao lado de seu amigo
Hudgins, Kenbell enfrenta a árdua tarefa de retornar para casa. Mas ao
chegar, percebe que tudo mudou, o que era o seu lar agora praticamente
não existe, pois o exército de Cocabel desceu à terra para semear a
discórdia e a guerra.
Com a astúcia de Miranda, o povo de Pisium enxerga uma chance
contra a tropa do príncipe Kepler, que está furioso. A legião de anjos do
bem se dirige a Sirius para o confronto final, e Kenbell terá a oportunidade
de vingar-se do seu arqui-inimigo Kepler, não sem antes descobrir o valor
de uma inusitada amizade e saber se sua aventura com o anjo Rafael foi
ou não verdade. Um interessante embate também acontece no castelo
em Antares.
No final, quem sairá vitorioso desse confronto? Ainda é possível
distinguir quem realmente é do bem, se todos estão com ódio em seus
corações? O Criador ficará assistindo a sua criação se aniquilar?
Acompanhe o desfecho surpreendente da saga de Kenbell!

Ah natal.

 

Um dia escuro, neste tempo chuvoso,

As nuvens carregadas de água no céu,
E eu, em meus pensamentos, estou ansioso,
Lembrando dos episódios que me doeu.

Minutos vão, horas vêm,

Deitado estou, me corrompendo em lágrimas,

Pensamentos dispersos no além,

Sem um pingo de lástima.

Poderia estar fazendo muitas coisas,
Mas como estou me sentindo doente,

Meus pensamentos, estão me transformando em um incompetente.

Vou levantar, parei de chorar,

Quem sabe se eu me despertar ou parar de pensar,

A alegria pode me dominar?!

Reúnam-se, converse e relembre.

 

Ah, que saudade me vem à mente neste momento...Na hora de escrever este texto, minha infância toma a minha mente e, uma sensação de alegria me domina, recapitular, voltar ao passado e reviver, faz com que minha alma, venha me surpreender.

Saudades de minha família materna, quando viajava nas férias para o interior, das comidas da
minha avó no fogão de lenha, dos salgados e dos pães da minha tia, das batatas em conserva de outra tia, das brigas, das brincadeiras, nem se fala, como era feliz e não sabia! Saudades da minha família paterna, também em férias no Rio de Janeiro, dos passeios as praias,das festas, quando a grande maioria estava presente na casa da minha avó, era bagunça nacerta, eu realmente me divertia!

Mas acaba, tudo acaba!

Sou obrigado a largar aquela infância primitiva, feliz, e tomar responsabilidades na vida. Com otempo, só me resta as lembranças...Que golpe da vida?!

Muitas pessoas queridas, já se partiram...

Quando me tornei adulto, com o estresse do dia a dia, acabei me esquecendo dos momentos de
pura magia, dos episódios em que sorria, e o novo eu, me torna uma pessoa cada vez mais distante e fria.

Nos afastamos cada vez mais, cada qual, com sua vida, poxa, por que isso vida?
Após refletir nesta pergunta, chego à conclusão que, não posso me deixar abater, quero estar
sempre com todos que ainda me resta da minha família, porque não sabemos, quando acabará osnossos dias...

Aceita minha reflexão?

“Aproveite, tire um pouco do seu tempo para estar sempre presente,
Reúnam-se, converse e relembre, deixe todas as magoas de lado e amam-se,
Pois em breve, só carecerá as lembranças dos momentos e das pessoas ausentes,

E depois, nem isso sobrará em nossa mente!”

Palavras ao vento.

 

Palavras ao vento... sentimentos,

Desejos e pensamentos,

Que são colocados para fora,
Em forma de consolar o agora.

Em um simples momento,
Um alivio para alma,
Em forma de alimento,
Transmitindo ao corpo a calma.

Pulmão, diafragma, cordas vocais e laringe formando um som,

Aquele tom que vem de dentro do coração,
Dando vida aos versos, ou será um dom?!

Pensamentos que ao serem produzidos, devota-se em canções.
Cifras criadas como forma de sabedoria para a tristeza ou alegria,
Que ao retornar para dentro de si, transformam-se em uma bela poesia.

Ah, o mar.

 

Lembro-me como se fosse hoje, aquela bela tarde de domingo do dia 10 de outubro de 1999. Estávamos eu, você e a estrada, em viagem rumo ao desconhecido, passeando por todo litoral brasileiro, como sempre fazíamos as vezes, éramos tão felizes...

- Pare o carro, ele me disse.

Com uma voz sutil, vindo do âmago do seu coração, ele me pergunta:
- Aceita casar comigo?
Fiquei surpresa, um dia, sabia que o momento iria chegar, mas, não naquela viagem, pois havíamos brigado o final de semana inteiro.
Mesmo assim, sentia que o seu amor por mim era verdadeiro, pois, sempre estava estampado entre seus olhos ao me olhar, suas mãos soavam a me acariciar, tinha certeza que você era o escolhido para me completar. Eu parei, sem sentidos fiquei, ele me disse:
- Me perdoa por ser tão rude com você, às vezes, não sei demonstrar meu amor.
Reação alguma existia em mim, não esperava que neste momento eu poderia ser surpreendida assim. A única certeza que eu tinha, é que o vazio do meu coração, estava sendo preenchido pelo melhor sentimento do mundo, o amor.
- Eu aceito, respondi!
Foi o beijo e o abraço mais bonito que eu tive em toda a minha vida. Sim, ele havia me demostrado afeto como eu nunca recebera antes, mesmo com as nossas desavenças, ele fazia de tudo para me colocar pra cima, como sempre fez e, sempre faz quando lembro dele.
Seguimos viagem sem rumo no paraíso, eu estava tão feliz, pois tinha a certeza que ele completava, mas, assim que chegamos, algo aconteceu...
Aquele sentimento que me dominou ao estar do seu lado, aos poucos, foi-se definhando, quando fui a sua procura, não o achei. Cadê você? - Pensava eu...
Eu estava fazendo o almoço para comemorarmos e você foi lá, sem me avisar, pegou sua prancha e saiu para me impressionar.
Procurei em tudo, mas não te achava, de camping em camping, de barraca em barraca, mas, cadê você?
Ah, o mar, como pode levar uma alma tão pura desta para longe de mim. Quem mandou você ir surfar e não me esperar?
No dia que era para ser o dia mais feliz da minha vida, estava me chateando, poisali, você não estava mais. Aquelas gigantescas ondas batendo contra as pedras e nem sinal de você. Onde
você está meu amor, cadê a sua prancha, não o vejo mais?

Tocou a sirene, os salva-vidas correram para o mar...
Meu coração saltava, vibrando pela minha laringe de tanta espera, horas agonizantes passei ao te encontrar, porém, foi uma pena, pois você já estava sem vida.
20 anos se passaram e, eu, jamais me esquecerei daquele dia. Até hoje não me casei, pois quem eu realmente queria para estar ao meu lado, você, foi embora, mas, te digo, que ainda dentro de mim, vivo está e para sempre eu te amarei!
Saudades sem fim...

O salto filosófico da liberdade.

 

Liberdade é uma representação para acessar a realidade,

Assim falava Schopenhauer.
Ser livre antes de tudo,
Já dizia nosso querido Sartre.
Agir de acordo com sua natureza,

Encontramos em Espinoza, através de suas proezas.
Compreender as alternativas que precedem a escolha,

Com maiores graus de veracidade,

Encontrei essas respostas, nos textos de Descartes.
Liberdade para eles, é independência,
Podendo ser um conceito utópico,
Onde não somos obrigados a prestar condolências,
E assim, não nos transformarmos em neuróticos.
Há várias formas de liberdade,
Mas só a encontramos,
Se ela for colocada junto com a verdade,
Porque a liberdade, nada mais é do que somos.

Me coloco a pensar agora...
Como esses filósofos saltavam em liberdade?
Por pensar e falar em metáforas,
Na história, todos demostraram suas majestades.

De mãos dadas.

 

Amor e ódio, nada mais é que uma ambivalência emocional, Onde, esses dois sentimentos, vem caracterizado por medos, Levando-me ao um ser irracional, Me frustrando em meus anseios e desejos.

Na relação entre amor e ódio,
Essa ambiguidade, de mãos dadas está e, por amar demais,
O meu medo sobrepõe ao pódio,
E as expectativas, desencadeia as emoções longitudinais.

Um conflito acontece entre eu e o próximo,
Que, para evitar decepções,
Meu eu, chega ao máximo,
E em minha mente, brota as ilusões.

Ilusões essas, que me deixa cego no momento,
E por pensar em amar de mais,
Exponho sem raciocinar, meu semelhante ao medo,
E com esses pensamentos, vou me lançando ao abismais.

Pelo sentimento de ciúmes ou por medo de perder o outro,
Me transformo em uma pessoa negativa e as vezes agressiva,
E só será possível a “cura”, quando me livrar deste desconforto,
Sem fantasiar o outro em mim e superar as minhas próprias expectativas.

Seguir, existir e viver.

 

Quantas artimanhas ao longo do dia sou submetido?

Como irei sobreviver nesta escola chamada de vida?
- Posso responder? – É fácil, sendo extrovertido!
Guerreando a cada dia para sobreviver, de uma forma atrevida.

Do nascer ao morrer,
Um caminho a ser trilhado,
Onde, na maioria das vezes, sou obrigado a percorrer,
E meu troféu? Transformo-me em um ser iluminado.
Ah vida, o que esperar de mim?

No corpo, sentimentos e ansiedade a todo momento,
E no coração, as batidas formam notas ao som de um bandolim,
Transformando-se em pensamentos, tentando encontrar algum discernimento.
Quantas vezes eu já pensei em desistir?

- Muitas! Situações constantes em que não vejo saída,
Me corroendo, deixando-me de lado, permitindo-me omitir,
Acarretando em mim a depressão, ao qual, chamo de recaída. - Sai pra lá!
Superando tudo isso, sei que se faz necessário o caminho percorrer,
Mesmo sabendo que um dia irei morrer...

Lutando todos os dias, caindo e levantando, não me deixando abater!
Por fim, concluo que o mais sagrado da vida é seguir, é existir, é viver!

Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2018.
Lançamento do livro A Luz Violeta.

A Luz Violeta.

 

A Luz Violeta é um romance que conta a história de Monique e André, dois jovens que se conheceram em um bordel na capital paulista, no auge da década de 70.

Após concluir o ginásio, Monique é levada do interior para a capital com a promessa de que trabalharia numa empresa e poderia cursar a tão sonhada faculdade, mas a moça foi enganada e acaba num bordel.

Já André, é um rapaz marcado pela falta de atenção familiar. Filho de família rica, se vicia em drogas e vem para a capital em busca de diversão noturna, onde conhece Monique no leilão de sua virgindade.

André procura alguém que lhe preencha um vazio, e Monique não pensa em outra coisa senão sair daquele lugar imundo em que foi jogada. Entre transas ousadas, A Luz Violeta narra como eles lidam com seus demônios se apoiando um no outro.

André tem capacidade psicológica para ter algo sério com a jovem prostituta? Os sentimentos de Monique pelo rapaz são verdadeiros? Para descobrir, é só entrar no colorido mundo de A Luz Violeta!

Ainda há marcas em meu peito, mas... eu fui eleito!

 

Aconteceu, não teve como prever...

Quando me dei por mim,
Estava eu lá, afundado nas drogas,
Não sei o momento certo para descrever.

Dias vão, dias vêm,

Um desejo de fissura por ela,

Parece que a vontade vem do além,
Cegando a percepção de uma vida bela.

Anos se passaram e eu ainda estava lá,
Sem discernimento algum de vida,
Até o destino me dar um chega pra lá.

Por que comigo? – Pensava eu! De tanto procurar, achei a resposta.

– Eu fui eleito! Ainda há marcas em meu peito,
Mas sem o entendimento, hoje não iria conseguir ajudar!

Transtorno Afetivo Bipolar e as transposições da teoria psicanalítica.

 

Neste presente trabalho, o autor, através de revisão bibliográfica narrativa na psicanálise, traz ao público uma reflexão sobre o Transtorno Afetivo Bipolar, suas possíveis origens, causa e efeito. É preciso considerar que a psicanálise sempre esteve recuada para lidar com esse transtorno. Os trabalhos sobre o tema são quase inexistentes. Se há alguma dúvida, basta examinar a bibliografia psicanalítica daqueles em que nós nos referendamos. Encontramos apenas algumas referências como no texto de Freud O Id e o Ego (1923), Introdução ao Narcisismo (1914) e o clássico texto Luto e Melancolia (1917). Inicialmente, o autor traçará um panorama histórico do transtorno bipolar, para depois trazer à tona algumas considerações, psicanalíticas, tratamentos e intervenções acerca do Transtorno Afetivo Bipolar, um transtorno que cresce em largas escalas no cenário atual, acometendo milhares de pessoas pelo mundo. Esta pesquisa enfatiza os pontos mais relevantes como natureza do problema estudado e trazendo de forma clara, o que é o TAB (Transtorno Afetivo Bipolar) e o olhar psicanalítico sobre o transtorno.

Entre o sono e os sonhos.

 

Entre o sono e os sonhos,

Há um abismo de pensamentos,

Onde, refletindo em nossas vidas,

Nos remoemos com os nossos sentimentos.

 

Todo dia travamos uma luta,

Pensamentos passados, de esquiva e de fuga,

Sempre se misturando com os pensamentos presente,

Todos guardados, em nosso inconsciente.

 

O sono, é o esquecer, aquele estado que deixamos nos abater,

Onde é apagada toda aquela vontade ardente de viver,

E os desejos que programamos desde o nascer,

São deixados de lado, fazendo nossos sonhos morrer.

 

O sonho, é a programação do futuro de nossa jornada,

Aquela, “vontade louca”, de se auto realizar,

Mas devido algumas circunstâncias desta estrada,

Nos esquecemos, e deixamos de lutar para conquistar.

 

Não devemos permitir que este “sonos”,

Nos jogue neste abismo profundo e profano,

Nos libertando destas amarras, sempre focando em nossos sonhos,

Passando por cima, e nos livrando destes pensamentos insanos.

 

Eles sempre estarão lá, até a hora de partir,

Se intercalando entre desistir ou persistir,

Com um pouco de paciência, quando menos esperar,

O sono irá passar, e seu sonho vai se realizar, quer apostar?                                                                                                                  

Salmista Moderno 2018.

Salmo "Ele Habita Aí, Dentro de Ti".

 

Kadosh, o sentimento mais puro que é dado à Você,

Do princípio ao fim, Criador dos pensamentos de fé,

Reluzente em nosso inconsciente,

Adorado por todos nós, desde antes a arca de Noé.

 

Eterno, o Ser onipotente, Dono de todo poder,

Onipresente, irradiante dentro de você,

Onisciente, Dono de todo saber,

Não esse que é ensinado em algumas doutrinações á vossemecê.

 

Porque Ele não pode estar dentro de você? Posso responder?

Pregado e ensinado por algumas pessoas pagãs,

Pelo simples fato de doutrinação a religião, gananciosas pelo dinheiro e poder,

Articula-te e, inibe a sua ação desviando sua visão a Criação.

 

Aquele que entrega seus sentimentos aos homens,

Perde a onipotência, onisciência e onipresença que é dado do Eterno à você,

E com isso, sem saber, com medo de sofrer punições quando morrer,

Acaba se privando, do melhor que esse sentimento Eternizado em ti, pode te fornecer.

 

Quer saber? Ele está aí, esse sentimento habita em você, adore-O,

E sempre que precisar, invoca-O dentro de ti, Ele nunca irá te abandonar,

Sempre abençoando o seu dia, quando você menos esperar,

Ele te motivará e você conquistará o que precisará!

Em Hebraico.

 

No outro dia, ao acordar, me deparei com o presente.
Após uma noite mal dormida,
Vi que a alegria do meu coração, estava ausente,
Pois em minha memória, a “felicidade” estava espremida!
O que aquele presente queria me dizer?
Quantas perturbações em minha mente?!
Meu corpo, chegava a doer!
Será que na noite passada havia virado um delinquente?
Quando realmente me toquei,
Estava relutando com meus pensamentos,
Sem pensar, como luta ou fuga, me embebedei.
Bebi até ficar desacordado,
Um barulho de buzina ao fundo,
Havia me despertado.
Bêbado estava e, ao virar a esquina da minha rua,
Me deparei com uma tortuosa e acesa lembrança,
Estava eu lá, sozinho, em uma realidade nua e crua.
E pelo estado ao qual me encontrava, fui possuído pela insegurança.
Em casa cheguei, deitei e desmaiei.
Ronquei, babei e despertei.
Assim que abri meus olhos, que ainda estavam pesados,
Me deparei com meu corpo ainda dolorido e deitado,
Bebi na noite anterior como um louco desvairado,
O que eu havia sonhado, não passou de um sonho ressacado,
Um desejo ao qual, no dia passado, já havia realizado!

Soneto: O que eu fiz?

 

O que eu fiz com o que fizeram de mim?                                        

Simplesmente respondi: - Eu Aprendi!

Marcas, sempre são abertas em meus sentimentos,

Porém, em meus pensamentos, devo prosseguir. 

 

Ainda possuo medos, á e que medos,                                               

Mas encaro a vida, contando cada segundo nos dedos.

Teria graça se na vida tudo fosse perfeito?

Posso afirmar que não! Porque apesar de tudo, eu fui eleito.

 

Para continuar, entendi que não sou aquilo que me feriu,                  

E sim, como superei cada cicatriz, refletindo e rabiscando,

Meus pensamentos com giz, e aí, meu coração sorriu.

 

E si em constantes, as marcas aparecerem novamente,                 

Eu estarei mais preparado, forte e prudente,                                

E como aprendi anteriormente, seguirei meu destino contente.

Em Italiano.

A Deficiência Mental por um Deficiente Mental.

 

O objetivo deste livro é propor uma reflexão sobre a deficiência mental sob a ótica psicossocial, entendendo a relação desta condição com os transtornos comportamentais que o portador apresenta enquanto sujeito social.

Ao meu ver, a deficiência mental é um tema pouco colocado nas rodas de discussão. Em minhas pesquisas, cheguei à conclusão de que nossa literatura não possui ainda material que aborde o tema do ponto de vista psicossocial — fato que me levou a fazer certas auto indagações. Portanto, esta obra é fruto de uma investigação pessoal sem precedentes literários, a fim de criar e transmitir cultura acerca das conclusões obtidas por tais estudos.

A passarela amarela.

 

A passarela amarela

Em uma certa noite de inverno, onde a lua irradiava sua luz sobre a rodovia e os carros que por ela transitavam, ofuscavam com suas luzes quando passavam em alta velocidade, John, estava prestes a dar um fim ao seu sofrimento de cima de uma passarela de cor amarela que atravessa um bairro ao outro por cima da rodovia. Vindo de uma família religiosa fervorosa, que ao saber sobre sua opção sexual, o condenou a tal ponto deixando como sua única saída, a morte. Paul, que sempre passava na passarela como caminho para retornar a sua casa, observouaquele rapaz, desolado, no meio fio, prestes a se jogar contra os carros, tomou a iniciativa de irem direção aquele rapaz, desesperado, apressando seus passos para tentar entender o motivo de seu sofrimento e de alguma forma, tentar ajudar.

Não havia mais ninguém ali, a não ser os dois, a lua e os carros que transitavam por ali, Paul, apreensivo, foi se aproximando do meio fio onde estava John e quando chegou perto, John que estava com seus os olhos fechados, soltando uma de suas mãos e colocando seu corpo em direção ao vento prestes a se entregar a queda, escutou uma voz sutil fazendo com que ele abrisse seus olhos e a voz lhe disse: – Não faça isso, antes de tomar essa decisão, vamos conversar, disse Paul a John. – Não quero falar com ninguém, respondeu ele. – Me dê umachance, coloque sua outra mão no corrimão e vamos conversar, disse Paul.

John, neste momento, estava sem eira e nem beira, desnorteado pelo abandono de sua família, inclinou seu corpo para frente e Paul, vendo aquela situação em que John se encontrava,prestes a arremessar seu corpo no asfalto, pegou um impulso e o agarrou pelo braço que aindasegurava o corrimão da passarela, dizendo: – Me, dê uma chance de conversa. John, se debatia,não queria falar com ninguém, já estava determinado a tirar a sua própria vida devido a rejeição de seus pais que o levou para o fundo do poço, gritou: – Me solta! Paul, não o soltou, pelocontrário, usou toda força de seu corpo para que ele não caísse da passarela, com paciência Paul disse: – Fale comigo rapaz, porque você quer tomar essa atitude, o que há com você que o deixou assim sem saída em sua vida?

John, que estava desolado, não o respondeu. – Saia daí e vamos conversar, vou lhe puxar para dentro da passarela. – Me solta, chorando disse John. Paul, foi conversando com John até o momento em que ele conseguiu abraçar e, naquele acolhimento, Paul puxou o corpo de John do meio fio para dentro da passarela e, em prantos, John relatou a história a Paul. A luz ainda
brilhava no céu enquanto os dois ali no chão estavam. Após escutar a história toda de John, Paul começou a relatar um pouco de sua história de vida. Ele também era homossexual, na faixa dos trintas anos, enquanto John, acabará de completar seus dezoitos anos. Conversa vai e vem, Paul contou a John, que mesmo ter contraído o vírus do HIV, não pensou nesta possibilidade de suicídio, pois havia tratamento e ele estava fazendo, mas sabia que uma hora as doenças da AIDS, tiraria a sua vida. John, ficou surpreso com a força de vontade que Paul tinha para viver. – Você não irá ficar na rua, deixa eu te ajudar? Perguntou Paul a John.

–Sim, respondeu John mais calmo e surpreso. – Vamos a minha casa e por lá ficaremos, disse Paul. Assim eles o fizeram. John e Paul se levantam do chão e foram em direção a casa de Paul que ficava ali nas imediações próximo a passarela amarela.

Quando chegaram a casa, Paul, que morava sozinho, serviu um chá para John e continuaram a conversa até ambos se instalarem e assim, depois de muitos relatos sobre a vida, ambos dormiram. Na manhã seguinte, Para John, a história de Paul o impactou de uma tal forma que ele decidiu ajudar – Vou ficar por aqui, claro, se você permitir e irei lhe ajudar, posso? – Fique o tempo que precisar, respondeu Paul. Dias foi se passando e John, que agora tinha um lugar para morar, não precisava mais esconder a sua opção sexual e Paul, também não fazia nenhuma questão de esconder quem ele era. Uma amizade começou a crescer entre eles, John ajudava nos afazes de casa e Paul, continuou comprometido com o seu trabalho. Para Paul, era bom, pois ele tinha uma companhia.

Não demorou muito tempo, John, conseguiu um emprego, Paul havia indicado ele em seu trabalho e John começou a trabalhar para ajudar Paul. Com o amadurecimento da amizade entre eles, em uma certa noite, enquanto John e Paul jantava, pela primeira eles se olharam nos olhos, e ali, John levantou, pegou no queixo de Paul e encostou seus lábios no de Paul, dando lhe um beijo. A cada dia que passava, aquela “amizade” crescia entre eles e, estava se transformando em amor. John fazia de tudo para ajudar Paul e ele também o retribuía com carinho.O amor deles começou a aflorar e, onde eles podiam, estavam demostrando o seu amor um para com o outro. John não tinha medo de fazer amor com Paul, pois sempre se protegiam e a relação deles eram sadias, Paul sempre tomava seus remédios e eles usavam camisinha na hora de suas relações sexuais. Após um ano completando de namoro, John e Paul decidiram se casar.

Foi uma cerimônia simples, com alguns colegas do serviço na própria casa deles, ambos não tinham famílias, John, perdeu o contato com seus pais, e Paul, a única coisa que tinha em sua
vida era John. Antes e depois de se casarem, eles sempre passeavam pela passarela amarela e
lá, relembravam como se conheceram.

Cinco anos se passaram, e eles estavam vivendo muito feliz, mas em uma certa noite, o destino de suas vidas se padeceu. John estava passando sozinho sobre a passarela e nela, havia um grupo de garotos atravessando de um lado para o outro e, um desses garotos foi em direção aJohn para assalta-lo, John, reagiu ao assalto entrando em conflito com o garoto. Os outros garotos que ali estavam, aproveitaram que estavam em maior quantidade e deram uma surra em John que ficou ali desacordado jogado no chão. Na manhã seguinte, Paul recebeu uma ligação de um hospital dizendo que Jhon se encontrava por lá e se ele poderia ir lá para conversar, assim Paul o fez, largou a sua casa e foi em direção ao hospital. Quando chegou lá, o médico que cuidava de John, que se encontrava na UTI entre a vida e a morte disse a Paul que iria ser difícil ele sair desta situação, pois os garotos derem tanto chutes em sua cabeça de John e acabou ocasionando um edema cerebral.

Paul, viu o seu mundo se perder com a notícia, caiu em prantos, inconsolável, acabou desmaiando devido a pressão da notícia. Após ser amparado e acordado pela equipe médica, Paul pediu ao médico se poderia ver John, ele concordou e seguiram rumo ao leito. Quando Paul viu John, ele estava irreconhecível, entubado, com dreno por todos os lados, ele saiu correndo da UTI e foi em direção a recepção, desnorteado, foi amparado pela psicóloga do hospital. Paul não aceitava de maneira alguma o que ocorreu com John, um rapaz tão jovem, a beira da morte. Muitas cirurgias foram feitas, tentaram de todas as formas acordar John, porém, todas as tentativas foram sem sucesso. Com o passar dos dias, Paul, pegou suas férias no trabalho e todo dia ia e vinha do hospital para a sua casa, dedicou as férias para cuidar de John. Em uma certa manhã, Paul estava dormindo em sua casa e recebeu outro telefonema, era o hospital.

- Você pode comparecer aqui Paul, precisamos falar com você, disse a recepcionista.
Paul então foi até lá e assim que encontrou o médico o próprio disse: – John veio a falecer, constatamos o óbito as 05:20 horas da manhã. Mesmo conformado, Paul não aceitava aquela situação, seu mundo caiu. A psicóloga que havia o amparado antes, estava do lado na hora da notícia e abraçou Paul e, em seus braços, ele desabou em lagrimas. – O que será da minha vida agora, sem John? – Calma, eu lhe ajudarei, disse a Psicóloga. Paul, continuou chorando e após um tempo, ele disse: – Será que é possível cremar o corpo de John? – Sim respondeu o médico.
O pedido de Paul foi aceito, e assim o fizeram com o corpo de John, porém, agora que ele iria sofrer mais, como era soropositivo, sua doença começou a se agravar porque Paul entrou em depressão. Ele não saia mais de sua casa, se apegou as cinzas de John e todo dia ele olhava para ela e seu mundo desabava. Como estava ficando desabilitado, as pessoas de seu serviço começaram a reparar em sua ausência e então foram atrás de Paul. Quando chegaram lá, ele estava em estado deplorável, nem a porta conseguiram abrir, então, chamaram a polícia e o bombeiro. Quando eles chegaram, arrombaram a porta e pegaram Paul, quase desacordado, colocaram na ambulância e levar ao hospital.
Ele ficou internado por meses, até novamente ganhar peso e se recuperar. Muitos
tratamentos alternativos junto com o infectologista como a psiquiatria e psicologia e, aos poucos, ele foi se recuperando. No dia de sua alta, ele já estava se sentindo melhor, fisicamente e psicologicamente, porém, faltava algo, se despedir de John. Assim que chegou em sua casa, Paul pegou uma caixa onde estava as cinzas de John, foi até a passarela e de lá, abriu-a, deixando as cinzas voarem ao vento.


- Meu amor, hoje eu me despeço de você e deixo aqui o meu adeus, que você fique bem, um dia iremos nos encontrar! Disse Paul enquanto as cinzas de John voavam com o vento. Passados alguns meses da morte de John, em uma certa noite, Paul sonhou com John e, neste sonho, John dizia a ele que ele precisava encontrar alguém e ser feliz. Alguns meses depois, Paul já estava trabalhando novamente e lá, conheceu Harry, ele também era homossexual e assim que viu Paul, se encantou por ele. Foi reciproco, tanto tempo Paul sofrendo sem aceitar o que acontecerá com John, o destino lhe voltou a sorrir novamente. Harry que ficou sabendo do acontecido, ajudou Paul transformando sua tristeza em alegria e eles casaram e ficaram juntos.

Em um dia de domingo, enquanto almoçavam, Paul disse a Harry: – Obrigado por você existir em minha vida, hoje vendo você, eu realmente precisei dizer adeus a John!

Porque sempre visitamos as esquinas de nossas dores?

 

Porque sempre visitamos as esquinas de nossas dores?

Irei explicar. Em nossa jornada chamada de vida, a cada segundo, travamos uma briga interna com os nossos pensamentos, e desta guerra, acabamos corroendo nossos sentimentos.

Sentimentos, vem do verbo sentir, algo que emana de dentro de nós. São erupções que quando chegam ao ápice de suas explosões, transforma-se em nossos pensamentos, levando apenas um milésimo de tempo, e sucessivamente, dão origem as nossas expectativas, e com isso, posso concluir que, são simplesmente, sensações positivas e negativas em nossas percepções de vida.

Mas porque sempre visitamos as esquinas de nossas dores? - Medo? - Insegurança? – Sim!

 Nós, seres humanos, possuímos vários pensamentos nos remoendo a todo tempo, pronto a ser jogado para fora em forma de palavras. As que falamos, com o tempo são esquecidas, agora as que ficam entaladas e guardadas goela a dentro, são perigosas, pois são elas que, toda vez que é trazida à tona em nossa memória, são transformadas em expectativas e é aí que ocorre o perigo.

 Se cedemos a essas expectativas, devemos pensar a longo prazo e em seus benefícios, porque se for algo superficial e momentâneo, esses sentimentos acorrentarão nossos pensamentos, iludindo-nos e transformando-se em nossos desejos como se fossemos suas “prostitutas mentais”, nos levando as esquinas de nossas dores, fazendo com que ficamos estacionados na vida e presos a elas, pensamentos que se formam como se fossem nossos cafetões, escravizando-nos, tirando de nós a alegria de viver.

- O que faremos então? - Como relatado, o segredo está dentro de nós mesmos, a única pessoa que tem o poder de controlar esse sentimento é você, então, o primeiro passo é refletir no que você quer sem se deixar levar pelo “medo”. Você é livre para isso e só você conseguirá se livrar das esquinas de suas dores, sabe por que? - Simples resposta, porque você irá aprender a cuidar de seus próprios pensamentos e consequentemente, dominará seus sentimentos.

Espero ter respondido à questão!

Amor de quatro patas.

 

Desde o acordar até o seu deitar, eles estarão lá.

Pronto para te dar carinho e te confortar,
Sempre aberto a nós para o que der e vir,
Sendo a luz que precisamos para nos ajudar a caminhar.

O amor mais puro que existe no mundo,
Criados por Deus para te acompanhar,
Mesmo quando não lhes damos atenção,
Para eles, isso não influência em nenhuma questão.

E possível enxergar em seus olhos toda a sua pureza,
A leveza e a delicadeza de sua alma,
Sempre pronto para te ajudar,
E te livrar do estresse que a vida lhe proporcionará.

São eles, que quando precisamos de um abraço,
Eles não irão te negar, expressará todo seu amor,
E suas angustias ele tirará e te livrará do peso que em suas costas está.

Ele não possui mais ninguém neste mundo a não ser você,
Não negue esse amor, ame-o, abrace-o, conforte-o, e não o desampare,
Porque eles possuem sentimentos, e para eles, o mundo todo é você.
Então, esbanje-se e aproveite deste lindo amor dado de graça de presente a você!

O que morre dentro de nós antes de nossa partida?

 

A morte que acontece em nossa partida é uma condição “biopsicosocioespiritual”, sendo ela, a finitude de nossa existência. Junto a ela, vais embora todos os nossos sentimentos. Quando nascemos, a única certeza que possuímos é a da vida é que ela irá acabar, sem avisar, porém, nos esquecemos disto com o passar da jornada chamada de vida. São através destes “esquecimentos” referente ao amadurecimento que deixamos de pensar neste tema “morte”, taxando-a como o fim da jornada.

Neste ponto é que nos enganamos, sabe por que? – Vivemos em um mundo onde temos como “obrigação”, respeitar alguns tabus impostos pela sociedade e é nesse encaixar para ser aceito que vamos morrendo aos poucos, pelo simples fato de não conseguirmos nos enquadrar nestes “tabus”.

Irei explicar. Ao nascermos, somos seres únicos, cada qual com a sua existência. Somos moldados pelo social ao qual estamos inseridos, e é nesta parte que começa a emanar os sentimentos. Temos como obrigação algumas atividades para exercer em vida como: crescer, trabalhar, casar, procriar, se aposentar e morrer...  É assim que vive o ser humano, porém, estamos equivocados, porque não somos obrigados a nada que não queremos e que nos faça mal.

Quando algumas dessas obrigações dá errado é que começamos a morrer, pois somos obrigados a se “encaixar” nestes padrões, e quando não acontece, começamos a adoecer e sucessivamente “morrer internamente”, dentro de nós antes de nossa partida.

Ao entramos em conflitos com esses padrões impostos, somos obrigados a sofrer e é aí que começa a morte antecipada, pois não aceitamos o problema que aparece deixando nos influenciar pela “perda”, e a cada perda, vamos adoecendo e morrendo sem saber, pois não sabemos lidar com essas situações e nos esquecemos, como citado no texto acima, somos seres únicos, quer dizer, responsáveis pela nossa jornada e em qualquer vendaval que aparece, desistimos nos entregando a essa “morte”, que nada mais é do que adoecer, perder a esperança de viver.

Mas por que? – Porque a todo tempo, somos movidos pelos nossos sentimentos, e quando eles não são correspondidos, perdemos e não aceitamos isso, ninguém aceita perder, concorda?

Tudo que está predisposto em nossa jornada tem uma finalidade, “aprendizado”, sendo ele bom ou mau. As vezes não aceitamos isso, e nos descontrolamos se entregando a eles, por exemplo, quem disse que somos obrigados a casar? – Não, não somos, esse apego que sentimos pelo outro, essa falta de proteção, é que nos mata, porque é onde acabamos colocando a nossa responsabilidade de viver no próximo e como o outro também é um ser único, entramos em conflito. Hoje o caso que mais acarreta a essa morte e o “amor conjugal”, onde perdemos a falta de confiança em si próprio e viramos “escravo do outro”, nos tornado dependente de outra pessoa para viver, errado isso, pois esse sentimento é de egoísmo consigo mesmo!

O que devemos fazer então quando acontecer essa perda? – O passo principal deste tema é nos lembrarmos que temos uma jornada para trilhar e que só nós, podemos trilhar, isso quer dizer, sem ninguém. Pois é nesta confiança que alguém possa viver pela a gente e que nós nos perdemos e nos esquecemos de viver, morrendo internamente, será que deu para compreender?

- Reflita e reveja seus conceitos, vale a pena “morrer”? - A responsabilidade está com você!

Vou terminar esse texto com uma frase de minha autoria.

“Viva a sua existência e quem quiser te acompanhar, que fique ao seu lado, senão, aprenda a conviver consigo mesmo e viva intensamente. Você não depende de ninguém a não ser você mesma, retorne para si e siga sua caminhada, lembrando sempre que estamos nesta jornada não só para ganhar, que estamos aqui para perder, superar e aprender! ”.

Reticências...

...

 “Na maioria das vezes,

A vida nos prega peças,

E mesmo sem saber lidar com suas armadilhas,

Entregamos nossa existência a elas.

 

Aqueles que desiste na primeira etapa do seu objetivo,

Corre o risco de não chegar onde queria,

Por achar que é difícil,

Não lembramos dos momentos em que sorria.

 

Todas armadilhas em nossa existência,

Serve para nos tornar mais forte,

Refletindo em nossas essências,

Esquecemos os pensamentos de morte.

 

Por pensar demais nesta essência,

Conclui que,

Realmente o que falta na vida,

São as reticências...

 

Isso irá passar,

Se você se acalmar.

E quando estiver lá,

Não esqueça de se amar”.

Uma viagem ao meu ser.

 

Após ser diagnosticado com um quadro de transtorno mental e comportamental, Thiago resolveu analisar sua vida até o possível surgimento de seu transtorno. Então decidiu sair em busca de respostas, analisando sua vida desde sua infância, passando por sua sexualidade, pelo universo das drogas, sua vida como morador de rua, ate a sua primeira grande virada. Ao se deparar com sua vida, conseguiu se auto analisar, em uma viagem a sua memorias, passando pelos momentos difíceis em sua vida, e assim tentando descobrir o que realmente aconteceu, podendo levar a um tratamento e a uma possível melhora em sua qualidade de vida.
Dividida em três partes a obra, o livro conta com uma história linda e comovente, com um final surpreendente. Uma história baseada em fatos reais, ao qual o autor busca incentivar as pessoas, familiares e amigos, que passam pelos mesmos problemas como: depressão, ansiedade, transtorno bipolar e usuários de drogas, incentivando e mostrando que realmente existe uma luz no final do túnel.

Autografando na 25° Bienal Internacional do livro de São Paulo - 2018

Psicologiando...

Escrevendo...

Posse.

Participação no programa Dezpadronizada.

Enfim, formado.
Clube Atlético Juventus - 2019.

Final de 2018.

Palestra "Venci a mim mesmo através da minha fé"
Complexo da Maré - Rio de Janeiro.

Bienal Internacional do livro de São Paulo 2018.

Entrevista para a rádio Jovem Pan.

Defesa de TCC.

Trocando autógrafos com ele, Mário Sergio Cortella.
Que simpatia!!!

Lançamento Teatro Gazeta - SP

Lançamento Vida & Vita - Itália/Brasil.

Na faculdade.

Lançamento Teatro Gazeta - SP

1° participação em antologias.

Bienal do Rio 2017

Bienal do Rio 2017

2° sessão de autógrafos.

1° sessão de autógrafos.

É notícia.